| |  Fazer sexo e fazer amor. Tem diferença?  Delíiiiiiiiiiiiiiiiiiiciiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Tudo bem com vocês? Espero que sim!
Antes de começar o assunto desta semana, gostaria de pedir desculpas pela ausência! Prometo voltar ao ritmo normal, de uma postagem por semana, aqui no Blog do Ponto G!
E para voltarmos com tudo, para esta semana, trago um assunto, digamos, que gera motivos para muita discussão!
Sexo é bom e muito saudável. Porém, muitos defendem que existe uma diferença sutil em fazer amor e fazer sexo. Como o nome mesmo diz, fazer amor significa transar com sentimento e fazer sexo significa, simplesmente, corresponder às necessidades fisiológicas do ser humano.
Quem nunca ouviu alguém falar assim: “Só faço sexo com amor!”
Acredito, contudo, que em algumas situações fica difícil mesmo estabelecer quando é uma e quando é outra. Se essa diferença realmente existir.
Quando ocorre uma transa ocasional, por exemplo, não significa, necessariamente, que não haja uma troca de sentimentos naquele momento. Um namoro pode começar a partir de uma transa prazerosa. Claro, aliado com as qualidades da pessoa e etc.
Outro ponto, que ouço, é o fato do prazer. Quando se ama, é o amor que conta. E no sexo, o prazer. Oras, não seria interessante aliar o prazer com quem gostamos? Para muitas pessoas, associar o prazer ocorrido entre quatro paredes com quem se gosta, é errado (risos). Você só poder ter prazer, vulgo “fazer sexo”, com quem também só esta afim da mesma coisa.
Como é de praxe, (risos), gosto de criar situações para que vocês possam refletir a respeito dos temas.
Para concluir, acredito que vai da nossa cabeça criar os momentos oportunos para cada situação que vivemos. Separar uma coisa da outra, pode facilitar o entendimento de algumas vivências e assim compreendermos em qual situação estamos. O que não podemos esquecer é de nos protegermos (CAMISINHA), sempre!
Ah, e antes de terminar, vocês podem enviar sugestões, reclamações, R$ 10,00 (risos, brincadeira!) e idéias para a coluna do Ponto G. Basta enviar um e-mail para evandro.jornalista@hotmail.com
Espero que vocês tenham uma semana cheia de realizações positivas!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
MSN – pontog@omegahitz.com.br
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twitter.com/evandromolina
Como contar os seus desejos mais quentes! 
Soltar a imaginação entre quatro paredes, ou quem sabe até mesmo fora delas (risos), pode esconder muitos tabus para algumas pessoas.
Quem nunca sonhou com situações eróticas bem picantes? Pois bem, colocá-las em prática é melhor ainda. Sempre com segurança e CAMISINHA, é claro!
Com isso, surgem os problemas. Um deles é a vergonha em que sentimos no momento de contar para o parceiro (a) nossos desejos. Quem nunca se viu nesse entrave?
Iniciar a conversa realmente não é fácil. Você pode optar em ter um bate papo informal. Mas há outro jeitinho que, particularmente, acredito ser mais excitante. Vá contando, aos poucos, no ouvido dele (a) enquanto vocês estiverem naquele famoso “amasso”, (risos).
Compreendo que quando transamos pela primeira vez com a pessoa, isso pode ser mais complicado. Mas quando possuímos certa intimidade, manifestar esses desejos é muito saudável. Dividir os desejos, ainda mais os eróticos, demonstra confiança e, independente do sentimento, mostra um grande carinho pela pessoa. E isto é uma rua de mão dupla. A pessoa conta os dela e você também se sente confortável em contar os seus. Basta ter a iniciativa!
Delíciiaaaaaaaaaaaaaa! E vem a melhor parte! Sentir se realmente estas fantasias são realmente prazerosas, como em nossos pensamentos.
Ah, e quando falamos em fantasias, a maioria já pensa em algo bem elaborado. Que nada! Coisas simples, como aquele sonho que você teve em que estavam transando, com a janela aberta, vendo a lua, sentindo aquele arzinho gelado! Bom, não é? Risos! Claro que, as fantasias mais ousadas, podem e devem estar na lista!
A partir daqui, deixo a imaginação de vocês comandarem...Vamos colocar os sonhos eróticos em prática?!
Tenham uma semana com gosto de chocolate branco!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
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Sinto atração pelo meu amigo. E agora? 
Levar algum amigo para a cama pode ser fetiche para alguns ou um sentimento escondido, para outros. Mas quando isso ocorre, pode desestruturar a relação de amizade?
O afeto criado pelos laços de amizade pode ir bem mais além. Às vezes, sem nos darmos conta, nossos olhos percebem gestos que, mesmo em anos de amizade, não havíamos percebido.
No primeiro momento, nos perguntamos: “Será?!”.
Após um breve momento de pura razão, percebemos que nossos companheiros em todas as horas, são realmente aqueles que procuramos a vida toda. Ou possuem características as quais nos identificamos sexualmente.
Algumas pessoas podem pensar que é errado. Mas não seria interessante se aproximar sexualmente daqueles que realmente conhecemos? É claro que não estou generalizando, pois há pessoas que sentem tesão pelo desconhecido. Absolutamente normal. Como tudo que envolve o tesão. Desde que feito com proteção e segurança!
Mas voltando ao assunto, por experiência própria, por várias vezes já me peguei pensando em alguns amigos...confesso, também fiquei um pouco perturbado e pensei em estar fazendo algo de errado.
Um ponto, acredito eu, que realmente pese quando sentimos atração por nossos amigos, é justamente o fato de perder toda a confiança e lealdade conquistados.
Em contrapartida, ao ouvir alguns colegas, há o fato positivo que após um envolvimento mais íntimo, (risos), muitas amizades tendem a ficarem mais fortes.
Como a maiorias das postagens aqui do blog do Ponto G, deixo a reflexão em aberto, pois, cada ser humano vive, pensa e se relaciona de forma diferente. O que é ótimo!
Independente de qualquer situação, ter amigos, já dizia a canção, “é coisa para se guardar
debaixo de sete chaves”, ou quem sabe, guardar também, debaixo do cobertor, rs!
Tenham uma linda semana!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
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Namorar ou aprisionar?  Controlar a liberdade do parceiro pode ser o primeiro passo para a infelicidade a dois
Delíiiiiiciiiaaaaaaaaa!!!!
Não poderia abrir a postagem de hoje sem agradecer todo o carinho recebido por todos vocês no programa especial de 1 ano de Ponto G! – O Meu muito OBRIGADO!
No tema de hoje, sei que entrarei em um campo minado, pois acredito que isto seja polêmico para muitos casais.
Sempre escuto as pessoas dizerem que estão a procura de alguém, que estão sozinhas, que não existe mais o romantismo em um namoro. Outras, no entanto, preferem a curtição e toda a liberdade da solteirice.
Dividir os momentos bons, e os ruins também, sem dúvida, é muito bom. Porém, acredito que não podemos depositar toda a nossa razão de existir em outra pessoa. Às vezes observo o namoro de alguns casais de amigos e, realmente, fico surpreso. Não podem mais sair com os amigos, deixam até mesmo de ter vida social, pois o outro não permite. Claro que cada um vive do jeito que achar melhor, mas deixar de viver para viver somente para uma pessoa, acredito ser discutível.
Viver em um relacionamento, acredito eu, é se doar, compreender e, antes de tudo, ser um grande amigo do parceiro (a). Por medo ou insegurança, tomamos certos posicionamentos que acabam por sufocar a pessoa que amamos.
Com certeza você já presenciou algo parecido com isso. Um amigo inicia um namoro e de repente, ele some. Ele já não sai mais com a turma e raramente vocês se falam. Passa-se algum tempo, o namoro termina e ele volta a conviver com os amigos.
Por que tanta privação em nome de algo lindo?
O tema de hoje serve para podermos refletir até que ponto esquecemos do amor próprio em nome do amor para o outro. Pois para existir um sentimento, acredito que precisemos nos amar primeiro.
E se é para ser prisioneiro, que um fique preso dentro do coração do outro, (risos)!
Espero que vocês tenham uma semana linda!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
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Programa “Ponto G” comemora 1 ano de vida! 
Foram mais de 180 temas, 390 horas de programação, e um público deliciosamente carinhoso!
Delíiiiiiciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Mal consigo escrever devido à tamanha felicidade que estou sentindo!
Na postagem de hoje, vou relembrar como o programa “Ponto G”, nasceu, cresceu e se tornou o que é hoje.
O convite para ser locutor da Ômega Hitz veio em meados de fevereiro de 2009, na boate E-dub, em Piracicaba. Naquela noite, a talentosa e amiga drag queen Léo Áquilla era a atração. Pouco antes do show, próximo ao palco, eu aguardava o início do espetáculo e se aproximou de mim, para poder tirar fotos do show, Pedro Pitanga, diretor da Ômega Hitz. Iniciamos uma conversa. Assim que terminou o show, ele havia me dito sobre um projeto, o “Ponto G”. Aceitei na hora.
Confesso que dias depois, fiquei nervoso. Não havia nada parecido na mídia. Um programa sobre sexo que abordasse as especificidades em torno das relações homossexuais.
Em 10 de março de 2009, a meia noite, entrava ao ar o primeiro programa “Ponto G”, ao vivo, pela Ômega Hitz.
Para que houvesse uma dinâmica na relação locutor-ouvinte, optei por abordar os temas com humor e aproximando sempre os assuntos com o dia a dia dos ouvintes.
O programa tomou proporções, que confesso do fundo do coração, que jamais sonharia. A participação dos ouvintes crescia a cada dia. Participação essa que valorizo de forma inigualável. Pois sem a participação do PÙBLICO, o “Ponto G” jamais existiria.
Faço questão de frisar isso sempre, pois é uma troca, uma troca de experiências e carinho, pois quando leio os recados pelo botão de pedidos, pelo MSN, no Orkut, pelo twitter ou pessoalmente, e vejo como o programa gera resultados na vida dos ouvintes, isso não tem preço. Só o fato de conseguir fazer as pessoas sorriem, é a minha recompensa.
Em dezembro de 2009, na segunda edição do “Ômega Hitz Awards”, que premia os melhores da house music Brazil e da Ômega Hitz, elegeu, por meio de votação popular, o programa “Ponto G” como o melhor programa da Ômega Hitz em 2009. Outra grande boa surpresa.
No início de 2010, o “Ponto G”, ganhou esse espaço no site da Ômega Hiz. Um cantinho só nosso onde toda semana escrevo um texto, atendendo sempre as sugestões de vocês.
Para 2010, espero poder melhor bastante, por isso, a participação de vocês é, sem dúvida, fundamental. Vocês me ajudam a fazer um “Ponto G” cada vez melhor.
Para este ano, desejo paz, saúde e muito amor e sexo (com camisinha) para todos!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
MSN – pontog@omegahitz.com.br
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Assumidos X Enrustidos – Esta mistura pode dar certo! 
Vencer as barreiras dos próprios preconceitos permite conhecer um ser humano fascinante
Delíiiiiiciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
E mais um Carnaval se foi....vamos começar o ano, gente?! Risos!
Espero que vocês tenham aproveitado bastante o feriadão da folia! E tenham usado camisinha, hein!
O assunto de hoje é considerado um martírio para muitos, o envolvimento com pessoas que não são assumidas. Isso pode ser extremamente complexo e doloroso para ambas as partes, quem não pode assumir e quem já vive sua sexualidade de forma clara para a sociedade.
E este tema não foi escolhido de forma aleatória. Esta semana vários amigos comentaram comigo que estão vivendo algumas situações parecidas.
Antes de qualquer coisa, acredito que não podemos exigir de ninguém para que elas se assumam, ou seja, da forma como queremos, isso também vale para aquelas que não são assumidos exigirem que os assumidos adotem certas posturas para, digamos, não “dar bandeira” sobre a orientação sexual.
Carinho e afeto não escolhem cor, situação financeira ou se somos, ou não, assumidos. Claro que, o fato de termos algumas posturas, somos mais facilmente atraídos por um determinado tipo de pessoas.
Sempre escuto muitos dizerem que só se relacionam com os assumidos, por que é mais fácil de lidar com algumas situações, tais como pode ir ao cinema juntos, andarem de mãos dados e tudo mais que um casal pode fazer em público, seja ele gay ou heterossexual.
Outros dizem que preferem os enrustidos, pois são mais fiéis e carinhosos.
Deu nó na cabeça? Na minha também! Antes de tudo, lidamos com seres humanos, claro que certas posturas proporcionam posicionamentos diferentes, mas não acredito que o fato de ser ou não assumido interfira em nosso caráter.
Acredito que quando nos envolvemos dessa forma, precisamos de tolerância e capacidade de vencer os próprios preconceitos. Tanto os assumidos como os enrustidos.
Como a sociedade em que vivemos é prevalecida por um pensamento machista e homofóbico, nem todos podem viver com tranqüilidade a sexualidade. O que, infelizmente, ocasiona de nem todos serem assumidos.
O diálogo é um forte aliado para que um aprenda com o outro. Há tanta coisa que pode ser aprendida quando ocorre troca de experiências e, no final, acabam vendo que possuem muitas coisas em comum.
Ah, não posso me esquecer, um ótimo retorno às aulas para todos!
Espero que vocês tenham uma semana maravilhosa!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
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Aparência X Prazer? Qual você prefere?  Ir além dos estereótipos poder ser um caminho maravilhoso para se chegar ao prazer
Delíiiiiiciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Mais uma semaninha se passou, e espero que tudo de mais lindo tenha acontecido para vocês!
Hoje vamos falar sobre um assunto mais que polêmico. O que lhe vem à cabeça quando falamos a palavra “sexo”?!
Uí, quente, não?
Pois é, raramente conseguimos pensar em outras coisas a não ser em ativos, passivos e por aí vai, (risos!). Até por que isso faz parte, dentre outras coisas, do que vivenciamos entre quatro paredes.
Hoje quero ir além desse estereótipo. Associamos rapidamente os gays mais másculos e sem afetações como ativos e, o contrário, como sendo sempre os passivos.
Você já se perguntou o por que dessa associação dita tão “lógica”?
Vamos a ela...
Associamos as vivências homoeróticas com as relações heterossexuais. Copiamos este modelo de casal. Mas que estranho, eles não são um homem com uma mulher? Sim, são! E por que temos que copiar este padrão, se nos relacionamos com pessoas do mesmo sexo?
Muitos de nós, homossexuais (masculinos e femininos), acabamos por reproduzir essa situação tão machista e tão presente na cultura heterossexual, não somente nós, mas principalmente a sociedade contemporânea. Uma daquelas famosas frases – “Quem é a ‘mulher’ da relação?”. A mulher, em uma relação heterossexual, sempre é vista como a submissa, pois é aquela que é penetrada. Olha o machismo...Este cenário é transportado para as relações homoeróticas. Só pelo fato de ser penetrado, é comparado a “mulher” da relação heterossexual. Sempre submissos passivos e mulheres, não podem ter atitudes entre quatro paredes!
Claro que isso não remete a todos, mas serve para pensarmos em como muitos pensam dessa forma...quaisquer que sejam as orientações sexuais, em nossa sociedade machista.
Calma, ativos e heterossexuais masculinos! Isto não é um protesto contra vocês, (risos)! Mas faço aqui uma reflexão, para que consigamos quebrar estes preconceitos, e quais querem que sejam as posições na cama, o prazer de ambos esteja sempre presente! Até por que, vivemos relações afetivas e sexuais diferentes, em sua concepção sexual.
Agora fica mais claro compreender. O ativo, comparado ao homem heterossexual, cobrado sempre por sua postura máscula e o passivo, comparado a mulher heterossexual, sempre submisso e mais frágil, postura também cobrada por nossa sociedade.
Daí, quando vemos situações onde essa suposta fórmula não ocorre, começam as brincadeiras, muitas delas sem graça, preconceitos e tudo mais o que muito de nós já cansou de ouvir. E como será que as pessoas sabem em que realmente sentimentos prazer? Pois é...
No texto de hoje, quis trazer algo além das questões direcionadas somente a nós.
Espero que vocês tenham uma semana linda e cheia de realizações!
“Beijokas” no coração!!!
Evandro Molina
twitter.com/evandromolina
Sexo, amor e traição! Muitas vezes amamos, em outras vezes o tesão é quem comanda...  Mas e a traição, quem perdoa?
Delllíííííciiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tudo bem com vocês? Como passaram a semana? Espero que tenha sido maravilhosa!
Hoje, quero aproveitar para mandar um beijão especial para todos que estiveram na E-dub, em Piracicaba, em 9 de janeiro no show da cover da Byoncé!
E vamos para o nosso assunto de hoje. Alías, ele, na maioria das vezes, acaba sendo o motivo de separação para muitos casais.
Atualmente, a traição, é vista com olhos de ódio e amargura. Claro, ninguém quer ser trocado, ainda mais quando amamos muito a outra pessoa.
Porém, vários fatores estão envolvidos. Há pessoas que pelo fato de notar no outro que ele deseja alguém ou simplesmente quando olha para outra pessoa já vira motivo de discussão. Há outros que não podem ver o namorado (a) falando com um amigo que não seja de seu conhecimento e pronto, já vira aquele “fuzuê”, como se diz na gíria popular.
Mas, agora, vamos entrar em um ponto delicado. Você consegue colocar o amor e o carinho acima dessas situações? Se a pessoa que está ao seu lado, fizesse sexo com outra pessoa, você entenderia que ele (a) também lhe traiu os sentimentos? Sexo e amor são possíveis de compreender separadamente?
Uauuu.... quantas perguntas! Sentimento não é fácil! Não me cabe aqui determinar o que é certo ou que é errado, mas sim, proporcionar um tempo parar você para pensar!
E o que dizer das novas tecnologias? Elas, sem sombra de dúvidas, reconfiguraram o cenário do envolvimento entre as pessoas. O que dizer sobre as salas de bate-papo, programas de conversação em tempo real com imagem e áudio? Outra forma de obter prazer, sem estar presente fisicamente.
E se você descobrisse que seu namorado (a), estivesse se relacionando virtualmente com outra pessoa. Até que ponto ele estaria entregando o sentimento ao invés, somente, do prazer?
Assunto delicado, mas que nos proporciona refletir como somos suscetíveis em nossas fraquezas. Acredito que nunca antes vivenciamos situações em que são colocadas lado a lado, a discussão sobre prazer e amor.
Mas e as necessidades físicas que temos como seres humanos? Acredito que sexo e amor, de certa forma, podem ser compreendidos isoladamente. E que, quando combinados, proporcionam aquilo que tanto buscamos, o cenário ideal da paixão.
Quando somos traídos, seja qual for à situação, ficamos com o orgulho ferido, pensamos no que os outros irão falar, e, por muitas vezes, acabamos esquecendo aquilo que realmente mais importa, o que realmente sentimos. Por muitas vezes, o nosso coração está disposto a perdoar, a outra pessoa assume que errou, mas isto acaba não sendo suficiente. Estranho, não?!
Pode ser difícil de imaginar aquele (a) a quem amamos deitado com outro (a), mas é mais difícil ainda suportar que palavras de amor e carinho estão sendo ditas, de coração, para outra pessoa.
Ame, perdoe, compreenda!
A felicidade está nas situações mais simples e puras!
Quero todos (as) amando muito em 2010!
“Beijokas” no coração!
Por Evandro Molina
Linha fina  Comece 2010 tirando todo o seu sex appeal do armário. Para ser sexy basta usar os artifícios do seu próprio corpo.
Delíiiciiaaaaaaaaaaaaaaaa!
Antes de tudo, quero desejar um feliz 2010 para todos (as)! Que este ano, todos os sonhos e desejos tornem-se realidade!
Como expliquei no primeiro post, em 30 de dezembro, o Programa Ponto G ganhou um espacinho especial. Agora temos um blog!
Todas as terças-feiras, ele será atualizado! Poderá ser uma reportagem, uma entrevista ou simplesmente uma reflexão de alguns dos temas do Ponto G. Já que, em muitas vezes, não damos conta de discutir o assunto de uma forma ampla durante o programa.
Bom, então vamos lá...
Iniciarei com um assunto, digamos, que você já parou para pensar!
Como faço para ser sexy?
Nada melhor do que iniciar um novo ano planejando, prometendo, criando! Digo por mim mesmo, rs, até hoje prometi ir à academia e, até agora, nada! Mas, quando paro para pensar o porquê devo cuidar da minha aparência, pergunto até que ponto estou preocupado em cuidar da minha saúde ou se estou preocupado em ficar atraente para os outros. Muitos devem dizer “os dois, oras!”. Concordo.
Porém, muitos depositam totalmente seu famoso sex appeal em músculos, no penteado da moda, grifes e em tudo o que é físico. Não que isso não colabore, porém acredito que utilizar-se somente desses artifícios, permanecerá na superficialidade. Ah, quero lembrar que este artigo não critica os metrossexuais muito menos sua forma de pensar. Até por que se cuidar é extremamente necessário. Aqui, quero chegar a algo mais profundo, que consiste no poder de sedução que cada um possui dentro de si.
Tal sedução pode ser constituída de várias formas. Dentre elas, a capacidade de saber utilizar os cinco sentidos, que nos foram dados de graça! Um toque, um olhar, uma boa conversa e, quem sabe, até uma lambida! Mexe com qualquer um. Acreditar e encontrar seu sex appeal pode se tornar uma brincadeira deliciosamente atraente e garantir aquele “tchan” no relacionamento, ou para conquistar aquele (a) menino (a) da balada, do condomínio, da escola, da faculdade, etc.
Outro momento importante, que a maioria sempre se preocupa, é na hora do sexo. Naquele momento, desvirtuamos e pensamos se conseguimos estar atraente para o outro. Se meu corpo está bacana, se meu cabelo está bom, etc. E, às vezes, nos esquecemos de colocar em prática os cinco sentidos citados logo acima.
Ser sexy depende de cada um e como você externaliza a capacidade que tem em colocar em prática seus desejos aliado com o poder da conquista. Claro que uma roupa, uma cueca interessante, um perfume ajudam, mas só o seu interior possui a força de seduzir.
Hoje ficamos com esta reflexão!
Quero todo mundo poderoso (a) em 2010!
“Beijokas” no coração!
Evandro Molina
Blog do programa Ponto G  Delíiiicccccciiaaaaaaaaaaa genteeee... Em breve, o blog do Programa Ponto G, da Ômega Hitz, entrará no ar! Nele, vocês poderão acompanhar todos os temas do programa, matérias e reportagens sobre sexo, além de sugestões e idéias para o Ponto G! Bluppppppp...
Lembrando...o Programa Ponto G retorna, ao vivo, em 4 de janeiro de 2010, às 24h, pela Ômega Hitz.
Espero por você!
Evandro Molina

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