Preciso Respirar...
O
amor invade a vida,
preenche os vazios e nos
faz ver o futuro com um
tom mais colorido e
vibrante. Limpo, sem
medos e sem receios.
Se entregar ao amor é
como viver uma nova vida
a cada segundo, é poder
fechar os olhos e sem
medo saltar no
desconhecido sem penar
nas conseqüências.
Amar é conviver com o
sorriso, é saber que
existe o amparo e que a
vida não é mas escrita
no singular, pois
passamos a dividir em um
mesmo coração duas
histórias.
Amar é sonhar, é
acreditar, é enxergar
além dos olhos, é usar a
percepção do coração. É
perceber que o futuro é
apenas um algo a mais e
que o passado reflete o
hoje do amanha.
Amar é ver poesia na
vida, é enxergar o
colorido da tempestade,
é ter a coragem para
pintar de azul o céu com
apenas um olhar em um
dia nublado, é da
sentido para história
que não precisam de um
final.
Mas amar, além de belo, é o representar da dor. Acreditamos, vivemos, lutamos, nos entregamos, sonhamos e muitas vezes ao final percebemos que tudo significou nada e que o sorriso se converteu em lágrimas. O amor passa a ser a segunda, terceira ou quarta opção daquele que não sabe o que é amar.
O azul do céu volta para o cinza e as decisões ganham peso, pois sabemos o quanto pode doer. Dor essa que machuca sem piedade, rasga o coração, espreme os desejos e afoga os sonhos em lágrimas. Dor que se torna presente do despertar ao anoitecer, que te acompanha em todos os passos, sem folgas ou pausas.
O amor é injusto, é covarde, utiliza do melhor para te mostrar o pior. Transforma tudo que um dia foi representação de sorriso para atrair as lágrimas. A culpa talvez nem seja do amor, mas sim daquele que não sabe o que é sentir e viver alguém.
O amor não é conto de fadas, mas somos todos heróis, pois enfrentamos a vida e as desilusões com todos os medos possíveis, sempre acreditando que vale apena o sofrimento para voltar a amar e assim recomeçar o ciclo. O amor que faz sorrir e que faz chorar.
Preciso de um tempo, para descobrir outra forma de amar, pois as lágrimas já secaram e a esperança me faz acreditar que o sofrimento está no passado e nesse caso, um passado encerrado pela dor e lacrado pela sabedoria de quem um dia amou.
Por Pedro Pitanga
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Quero Gritar...
São
tantos os sentimentos
que trago dentro do
peito que fica
humanamente impossível
traduzir isso em
palavras. Escolher ou
buscar uma frase que
traduza esse misto de
emoções é uma tarefa
quase impossível.
O peito palpita, a mente questiona, a boca busca palavras e os olhos tentam conter as lágrimas. São tantas coisas dentro de um único contexto que a busca do porque já não satisfaz, o que preciso está muito além do que as pessoas podem entender e eu compreender.
Compreender o porque estou no meio de um furacão, sem saída, sem idéias e sem conseguir imaginar o que vem a seguir.
É o sorriso e a tristeza que se unem em um mesmo semblante, é a coragem e o medo que duelam em busca de dominar meu ser, é a esperança e a decepção que me fazem parar no tempo, é a insegurança e a certeza que me deixa louco sem saber o onde, o porque e o como.
O que tenho vontade nesse momento é larga o mundo e ir de encontro com a lua, onde não haja ninguém, assim não terei mais os mesmos medos, incertezas e dúvidas. Assim será eu comigo mesmo imaginando o como a vida poderia ter sido diferente.
Tenho vontade é de
gritar para espantar os
fantasmas que se
escondem em minha alma,
vontade de chorar para
assim poder lavar meu
espírito, vontade de
correr para assim deixar
para trás tudo que
representa o medo.
Estou perdido dentro de
mim e as portas de saída
estão trancadas, não
existe uma luz que
indique o caminho, todas
as alternativas são
frustrantes e o medo de
me decepcionar me deixa
inerte a toda essa
situação.
Acordo pensando, durmo questionando e vivo buscando a saída, me pergunto o como traduzir essa mistura de sensações que parece querer explodir mandando para os ares a vida que hoje é sobrevivida e há muito tempo esqueceu o que é ser vivida.
As coisa mudaram, tomei
caminhos sem volta e me
entreguei a quem não
devia, esqueci daqueles
que me fizeram sorrir em
meio as dificuldades da
vida.
Eu
soube entender,
respeitar, me dedicar.
Muitas foram as entregas
e poucas as respostas.
Hoje estou aqui, só
tentando entender o que
fiz com a vida e o
porque a vida fez isso
comigo. O que seria o ‘ISSO’?
Boa Pergunta, pois ainda
estou em busca de
respostas, embarcado em
uma viajem solitária,
procurando desvendar
minha mente para assim
encontrar as respostas
para o coração.
Por Pedro Pitanga
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O Carinho Que Machuca...
Muitas
vezes passam por nossas
vidas pessoas que
desestruturam nosso
pensar e conseguem
penetrar nas barreiras
criadas para proteger os
sentimentos que tornam o
homem escravo de si
mesmo, a amizade, o
amor, a dedicação, o
respeito e tantos
outros.
Como já havia dito em
outros textos, passamos
tanto tempo nos
protegendo de nós mesmos
que nos tornamos frios,
arrogantes e
desinteressados por
assuntos ligados ao
companheirismo. O que
mais é chocante é que
mesmo com tantas
barreiras e se
protegendo de todas as
formas, sempre existe
alguém que consegue
ultrapassar esses
limites sem muito
esforço e assim
facilmente consegue
encontrar o seu
verdadeiro eu, talvez
calejado de tanto sofrer
, mas ali protegido da
vida e desarmado para os
sonhos.
A partir do momento em
que você mostra seu
verdadeiro eu e que tudo
começa a mudar é a hora
de tomar uma decisão que
pode mudar o presente e
alterar o rumo do
futuro, você fica na
duvida entre entregar o
seu melhor ou expulsar
sem pensar esse intruso
que invadi seu interior.
A
segunda opção lógico que
é a mais prática, mas na
vida o prático é
passageiro e o que marca
são as dificuldades que
se fazem presentes.
Você então opta então
pela primeira opção,
entrega seu melhor e não
pensa em conseqüências.
Entrega o que de melhor
um ser humano pode
entregar a outro, o
carinho, o respeito, a
dedicação, a amizade e o
coração, mas não é de
amor que estamos
falando. Já passou pela
sua vida alguém que
mudasse as suas
estruturas de
pensamentos e que
mostrasse que viver é
mais interessante do que
sobreviver? Alguém que
só de olhar você já
imagina o melhor? Alguém
que você admire? Alguém
no qual você se coloca a
disposição sem exigir
nada em troca, pois sabe
que só o sorriso e a
certeza de que aquilo
representa a felicidade
já supre todas as suas
necessidades?
É disso que estou falando, quando temos a oportunidade de encontrar pessoas que nos desarmam e nos fazem querer ser o melhor, mas que nem sempre o melhor para você é o melhor para o outro e com isso vem a tristeza, a decepção, a dor, a mágoa e a tristeza por ter entregado seu maior bem e perceber que naquele momento ele não tem valor algum.
Você se empenha, se coloca nas mãos de alguém que te espreme, que desdenha e age como se o seu muito não fosse nada, o seu carinho e admiração pouco importa e que o respeito e dedicação é apenas um algo a mais.
Tudo isso frustra, essa expectativa com o resultado que nunca chega decepciona, pois nos faz pensar no porque de agir tão cegamente, o porquê de entregar o seu eu para pessoas que não sabem o valor do carinho, talvez porque nunca vivenciaram isso ou porque a vida pode ter o tornado menos sensível a ponto de não saber reconhecer o que se recebe diariamente em pequenas doses.
Tudo isso é triste, pois
seria tão incrível se as
pessoas valorizassem
esse pouco que para
alguns é muito, se
retribuísse e recebesse
esse carinho, dedicação
e respeito de braços
abertos.
Se aprendêssemos a olhar
o outro com os mesmo
olhos que gostaríamos
que ser enxergados com
certeza aprenderíamos a
respeitar o amor e a
amizade, conseguiríamos
os melhores amigos, os
melhor parceiros e
grandes amores.
Quando alguém te entrega
o melhor que ela possui,
por menor que seja para
você, responda com um
sorriso e valorize essa
entrega que para você é
o pouco de hoje, mas que
pode representar a
felicidade do amanhã. O
sorriso é sempre a
melhor resposta, o
carinho a melhor caricia
e o respeito é melhor
que muito obrigado, já o
muito obrigado é
essencial para aqueles
que sabem valorizar e
aceitam sem muito
questionar o valor de
uma entrega.
A Dica?
Esteja aberto para
receber, esteja pronto
para se entregar,
aprenda a reconhecer e
viva... Pois viver é a
melhor resposta para
aqueles que sabem o que
é amar!
Por Pedro Pitanga
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Assim é
melhor!
Na
vida agente vive
experiências e emoções
que são tão difíceis de
se explicar, as vezes as
duvidas aparecem e a
partir daí inicia a
guerra entre o real e o
ilusório, entre o que eu
quero e o que eu posso,
entre o que é o bom e o
que está acima de todos
os desejos!
Olhar, sentir,
desejar... Já não é mas
tão importante. Querer,
buscar e sonhar já não
faz mas parte do chamado
mundo real.
Os sentimentos se
misturam e nos
confundem, ficamos entre
a duvida do certo pela
compensação do incerto.
Saber que você quer mas
não pode, é mais
dolorido do que saber
que quer mas não tem.
As duvidas são tão
grandes como a vida que
espera o nosso caminhar
para a partir daí traçar
o rumo da nossa tal
felicidade.
O carinho, o respeito, a
atenção, já não são tão
belas como pareciam e
tudo porque a realidade
é fria, dura e sem
respostas.
Mas existe alguma
pergunta? Não!
Todas foram respondidas
e de muitas maneiras.
Atitudes que valem pela
experiência de lutar
pelos desejos, mas de
saber que foi derrotado
pela história que
escolheu seguir!
Perceber que nem sempre
as atitudes falam mais
que palavras e que as
vezes caem como uma
geleira em um espaço que
era aquecido pela ilusão
dos sentimentos.
Apenas um caminho existe
e ultrapassar a barreira
da realidade para a
ilusão é algo que não
pertence a essa
história, pois assim é
melhor!
Temos que aprender a
afogar no fundo da alma
os sentimentos e
aprender a olhar com
outros olhos aquele que
desperta em você os mais
diferentes sentidos.
Uma tarefa difícil, mas
é a escolha mas certa e
sensata para a vida.
Talvez no futuro o
arrependimento pela
escolha aconteça, mas
sei que mesmo triste eu
to no caminho certo, com
as cartas certas e
pronto para iniciar um
novo jogo e a partir de
agora o jogo da
realidade, onde olhos
dominam os pensamentos e
as emoções estão estão
contidas, onde
pensamento sai na frente
da emoção, onde certo é
certo e a ilusão não
passa disso, uma simples
ilusão...
A Dica?
Não de o melhor do seu
coração a ninguém,
guarde para você. Assim
as desilusões estarão
mais claras e o recomeço
mais próximo do real.
Por Pedro Pitanga
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Em Busca do Perfeito
Na
vida vivemos tantas
emoções que fica difícil
buscar o perfeito no
meio de tanta
imperfeição. Queremos a
melhor roupa, o melhor
público, a melhor música
e quando temos tudo se
vai sem que tenhamos
gozado tudo com toda a
intensidade pela qual
buscávamos.
Vivemos em buscar do melhor para ser o melhor, para mostrar o melhor, para ter o melhor. A busca é tão grande que não somos saciados e sempre buscamos mais e mais. Não paramos para ver os detalhes, sentir o cheiro, o gosto, as sensações. Estamos sempre buscando algo novo e diferente, e não adianta ser qualquer coisa, sempre estamos em busca do melhor e do perfeito para muitos e não para todos.
Não curtimos as verdadeiras emoções, pois perdemos tempo tentando ser o Sr. perfeito, perfeito para agradar a vida, quando na verdade a vida é quem se esforça para nos agradar diariamente. Vivemos brigando com nossa realidade buscando coisas que não precisamos, pois o que importa é ter para ser e não para viver.
Somos fantoches de nossa própria vontade pois não sabemos valorizar o pouco, queremos em nossas mãos o tudo e com isso transformamos a nossa busca pelo completo em algo eterno e nunca nos sobra tempo para ver o como a vida em si é perfeita... A Cor do céu, o sol, o mar, o vento, o sorriso, o amor, o trabalho, o desejo, o tesão, a paixão e tantas e tantas outras coisas...
Nossas buscas são tão vagas que todos a beira da morte temos acesso ao filme da vida com duração de máxima de 30 segundos e que revela tudo aquilo que não demos o valor devido ou o respeito merecido. O medo da morte revela o quanto frágil é a vida e quanto poética ela poderia ser...
Nessas horas as respostas aparecem de forma clara e objetiva e assim percebemos o quanto perdemos querendo ser perfeitos, quando a vida em si já é a perfeição traduzida em dia, noite, amigos, família e tantas outras coisas que preenchem um coração carente das coisas simples da vida, como o amor!
O que seria ser perfeito então?
Talvez olhar o dia com os mesmos olhos de quem olha um novo amor, admirar o sol como admiramos o cara gato chama que a atenção na balada, respeitar o sorriso como a mesma intensidade que buscamos o Jeans com a marca que nos fazem populares...
Talvez olhar a vida com outros olhos seja a chave da perfeição e a resposta para a felicidade de tantas pessoas fúteis que carregam como bagagem uma mala repleta de vazio e um sorriso apagado pelo cansado da busca pela perfeição.
Por Pedro Pitanga
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Apontando para si mesmo!
A
maior burrice humana é o
preconceito, recriminar
e não respeitar aquilo
que é diferente ou que
não reconhece. Julgar
sem resposta e ter medo
de encarar a realidade
estando aberto para as
mudanças que chegam dia
após dia.
Pensar em preconceito é
pensar em algo triste,
brutal e covarde. É
saber que existem
pessoas fracas e
pequenas em pensamentos.
Viver sem o chamado
preconceito é abrir os
braços para a vida e
saber viver todas as
diferenças, mudanças e
novidades que o destino
nos apresenta todos os
dias. É poder olhar no
espelho sem culpa e
saber que por dentro e
por fora existe um ser
humano capaz de amar e
ser amado sem ressaltar
as dificuldades que o
mundo coloca em nosso
caminho.
Porém, pior que o
preconceito alheio
talvez seja o
auto-preconceito, quando
nos privamos do mundo
pois vivemos no medo de
que no final algo errado
atrapalhe.
Preconceito de dizer sim
a nossa própria
diferença, aceitar que
nem todos somos iguais e
que para o quebra-cabeça
da vida existem peças
curingas podem tapar o
buraco que ficou em
nossa história.
Falo do
auto-preconceito, aquele
que quando por medo nos
apontamos o nosso
próprio dedo e esse é
mais pesado do que o
dedo alheio, pois
sabemos das nossas
fraquezas e usamos essas
fraquezas contra nossa
própria realidade,
buscando com isso
justificativas para
perguntas, momentos,
pessoas e tudo que
promete abalar o mundo
de cristal e frágil
construído sobre o
castelo de areia chamado
preconceito.
Mas é errado ser
auto-preconceituoso?
apontar seu próprio dedo
para sua própria vida?
Ter medo e dúvidas?
Talvez não, quando já
estamos calejados de
buscar na realidade
respostas para os
sonhos, quando por
muitas vezes a mínima
brecha aberta se
transformou em uma
cratera de agonia e
tristeza.
Não podemos julgar, não
existe respostas e nem
indagações.
Apenas vivo e acredito
em algo que move minha
vida desde minha
adolescência, algo que
diz que no mundo temos
poucas chances para
descobrir o real valor
dos sentimentos e
encontrar pessoas que
cubram nossas emoções
com mais e mais emoções.
Então fechar a porta
para novas experiência
pode representar a perda
do momento exato, quando
sem nenhum anuncio a
pessoa que podia mudar a
nossa vida passa e com
os olhos fechados para o
mundo não percebemos o
quanto tarde foi o
momento em que o
abrimos.
Esse texto talvez tenha
uma razão para ter sido
escrito, ou talvez não.
O que importa é que é
expressão de um
sentimento contido no
peito e que busca
respostas que não
existem, mas que mesmo
assim se pergunta a todo
tempo, Porque tudo tem
que ser assim?
Por Pedro Pitanga
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Ta com Medo de Amar?
Quantas
vezes em muitos momentos
paramos em frente ao
espelho e perguntamos
para a imagem refletida
quem realmente somos.
Quantas vezes buscamos
respostas para perguntas
que não existem e
quantas vezes nos
escondemos atrás de
armaduras com medo de
demonstrar as emoções.
Medo de sofrer, de
acreditar, de viver e de
amar!
Muitas desilusões marcam
o passado e colocam uma
nuvem escura no futuro,
impossibilitando o sol
de reinar absoluto,
impedindo calor de
aquecer e a luz de
trazer a esperança que
tanto precisamos,
queremos e acreditamos,
mas que não temos a
coragem para receber de
peito aberto colocando
inconscientemente como
desculpa o medo de um
amanha.
Viver no medo, se escondendo atrás dos sentimentos, criando uma armadura, muros, barrando qualquer tipo de sensação, acreditando que o sofrimento da solidão é mais confortável do que uma possível desilusão. Tentando afastar as emoções que insistem em atormentar um coração fragilizado por desilusões que a vida proporcionou.
Será que se esconder atrás de você mesmo é a resposta para um coração que precisa voltar a bater?
Tudo
é tão difícil que parece
fácil. Acreditar que o
amanha é melhor que o
hoje parece mais
simples, mas nem sempre!
Viver essa realidade
alternativa incluindo
virgulas e pontos em
textos que nem iniciaram
pode ser uma maneira
fácil de levar a vida,
de lidar com o coração e
para responder perguntas
que nem sempre precisam
de respostas.
A felicidade se esconde atrás da capa protetora e por de trás dela existe uma alma que precisa voltar a sorrir e reconhecer que a felicidade é eterna enquanto dura , afinal, é muito melhor ser feliz por um instante do que descobrir que não fomos capazes de encontrar as respostas para um coração que precisa de amor, amigos e sorrisos. O muro que criou é tão alto que nem o pássaro mais forte consegue sobrevoar para entregar uma simples mensagem de pessoas que quer o bem e que sabe que o importante é acreditar que a cada desilusão a vida nos acaricia com o sabor da felicidade!
A vida é feita de muros, capas, armaduras que enfeitam os mais belos rostos e cobrem os mais lindos sorrisos, mas através do olhar podemos ver que no intimo o que precisa é de uma mão amiga que diga nunca irei te abandonar ou de um outro coração que te aqueça com a esperança de que a felicidade é eterna enquanto dura. Mas infelizmente o único capaz de violar a proteção é quem a criou e quando esse dia finalmente chegar estaremos aqui prontos para dizer, seja bem vindo, pois o mundo visto de fora é mais belo e cheio de surpresas que podem mudar o rumo da sua felicidade!
Por Pedro Pitanga
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Duas Caras

A cada dia a beleza da vida se desfaz e da lugar para um espaço vago, sem cor, sem graça e com histórias sem um sentido aparente.
As decepções abrem espaço e ganham terreno em local onde antes a confiança dominava sem receios.
Assustador? Sim é !
Acreditar, confiar, se dedicar e apostar em pessoas é como dá um tiro no escuro correndo o risco de acertar seu próprio reflexo em um espelho de orgulho.
Há muito tempo venho colecionando decepções, amigos que juravam lealdade se rendem a primeira oportunidade de traição. Pessoas em que acreditei se venderam por meia dúzia de nada e jogaram a lealdade, amizade e o caráter no lixo e o pior não era coleta seletiva.
Então fica a dúvida, para que continuar acreditando nas pessoas? Apostando nelas?
Cansei de me decepcionar e no final perceber que meu tempo, minha vida e meu apoio de nada serviram. Cansei pois hoje percebo que o interesse move o mundo e nessa guerra em busca de ascensão sempre terá uma estrela opaca querendo encostar na sua radiante e como sangue suga fica ali puxando pouco a pouco seu brilho, até que a história se inverte e o opaco, sem cor e sem graça passa a ser você.
No meu caso, não me decepciono mais, depois da decepção me conecto ao 220W e recarrego a bateria pronto para brilhar novamente, mas a coitada daquela estrelinha voltou a apagar, esta ali sem forças, implorando o perdão e o que podemos responder¿
Sorry, Ninguém jamais brilha com o brilho dos outros... Boa Sorte.
Essa é a vida, sobreviva !!!
Por Pedro Pitanga
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Recomeço

A vida sempre nos apresenta emoções, sensações e dúvidas que a cada passo são mais difíceis de lidar. Pensar em vivê-las é não saber ao certo o vem ao nosso encontro.
Um novo começo é esperar da vida um conjunto de ações que está enquadrado em uma realidade que tanto buscamos, porém muitas vezes a vida nos mostra que viver não é como vídeo game com ações pré-definidas. A vida nos mostra que as regras mudam a cada passo e que os mais espertos e sensíveis jogam no jogo da vida com as melhores cartas.
Então para que
recomeçar?
Decisão difícil, mas
inevitável, afinal quem
foi que disse que viver
é fácil?
Novos começos e muitos pontos finais marcam o texto da vida e vida é viver com emoção em busca do novo que perdeu no tempo enquanto buscávamos no ontem a resposta para o hoje.
Recomeçar é mais que uma decisão, é uma ação. Você traça o ponto de partida e se prepara para as decisões que a partir daí não são mais tomadas por ti. Muito dizem que você tem as rédeas da sua vida, mas como um cavalo selvagem ou a água nas mãos, a vida se solta, se molda, escapa daquele modelo pré-estabelecido.
No recomeço encontramos muitas respostas para perguntas que constantemente nos fazemos. É o momento de reequilibrar a vida para girarmos na roda gigante das emoções.
Temer o recomeço já um
novo começo, acreditar,
imaginar, descobrir.
Recomeçar é decidir pelo
incerto sabendo que é a
coisa certa, é exercitar
a esperança acreditando
que o amanha será sempre
melhor do que o hoje.
O futuro é incerto, é
como escrever com novas
tintas em um papel
branco a longa história
de uma vida repleta de
recomeço e dúvidas, mas
acima de tudo, ira
contar a história de
vida de alguém que não
teve medo de arriscar e
de buscar um novo começo
em busca da tal
felicidade.
Recomece, acredite, Viva La Vida.
Por Pedro Pitanga
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A Arte de Ser Julgado.
Na
vida vivemos momentos de
intensos julgamentos, a
sociedade, a família, os
amigos e até aqueles que
nunca nos viu se sentem
no direito de apontar,
falar, de achar que o
molde de vida por eles
apresentado é o julgado
certo.
Nossa vida fica exposta
para o mundo, vivemos
nossas escolhas,
escolhemos o que
julgamos o melhor e
sentimos que a cada
passo a frente a
conquista é mais
prazerosa.
O porém está no molde
que as pessoas impõe, o
moderno, o chick, o
descolado, o certinho, o
bonito. São tantos
rótulos que às vezes
parecemos mais com um
pote de margarida
estampado em
prateleiras, uma
DELÍCIA.
Viver no mundo social
onde as regras não são
quebradas, as pessoas
não são contestadas e os
desejos são reprimidos é
muito mais fácil.
Afinal, quem vai julgar
o “normal”?
Mas ser normal é
realmente um padrão para
a vida? O que é ser
normal?
Normal é viver nossas
escolhas, saborear a
vida e descobri em cada
amanhecer que a cor do
dia é diferente. Será
que ele também não
normal?
Talvez, mas será que a
luz de cada amanhecer se
preocupa com aqueles que
a julgam por estar mais
clara, com ou sem sol,
nuvens ou cinza?
Claro
que não! Para cada
critica existe um
consolo, alguém de mente
aberta que enxerga além
das cores e sabe sentir
que em cada amanhecer o
diferente é o que nos
faz viver.
Pensando em tudo, passei
a observar e vi que
aqueles que apontam,
julgam e te chamam de
anormal, são pessoas que
não entendem a graça que
é viver e não ter a
vergonha de ser feliz.
Buscam resposta para
perguntas que não foram
feitas e escondem seus
medos atrás de uma falsa
auto-estima que na
verdade é um vazio que
não encontra um algo que
o preencha.
Apontar o dedo, definir
alguém em um simples
olhar, achar que aquela
ou aquele é mais ou
menos importante, tentar
brincar, definir,
moldar, controlar a vida
alheia não passa de uma
tentativa medíocre de
encontrar na vida dos
outros respostas para a
sua.
Então... Viva sem medo
de ser feliz, ouse,
arrisque, aconteça. Sem
pensar em conseqüências,
mude a cada amanhecer e
lembre-se o que se
destaca na multidão é o
diferente, o novo. Seja
você e como diz a letra
de uma música:
‘Quem sabe a culpa é
minha, por não seguir a
norma, mas sei que é
muito tarde para mudar
agora. Reforçarei minhas
opiniões e apresentarei
minhas decisões.
A quem importa o que eu
faça, ou diga, assim
sou, assim seguirei e
não mudarei’.
Apenas Viva... A Sua
Vida !!!
Por Pedro Pitanga
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são meramente
ilustrativas e buscada
na internet através de
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informe qual o texto e a
foto será retirada em 24
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