Idade:
26 anos Estilo: Tribal House | Progressive House.
Tempo de pista: 2 anos e meio
Site: www.myspace.com/alevidaldj
Contato:
Tel: (48) 3248 0040
Cel: (48) 9911 3720
Email: djalevidal@gmail.com
Por Pedro Pitanga
Entrevista:
OH - Alê Vidal você é um apaixonado por musica, t alguém ou algum artista na cena musical que chame atenção?
Alê: Claro que sim, Madonna, ela além de uma ótima cantora sabe representar como ninguém nos palcos.
OH - De onde surgiu o nome artístico Alê Vidal?
Alê: Comecei usando meu nome mesmo DJ Alexandre Vidal, mas o nome me incomodava porque era muito grande e a maioria dos meus amigos já me chamavam de Alê, então combinei meu apelido com meu sobrenome Vidal e me tornei Alê Vidal.
OH - Todos os dj´s falam da dificuldade do início, quando iníciou na carreira de DJ teve alguma ajuda, o chamado empurrãozinho?
Alê: Quem dera, tive que lutar muito. Depois que fiz o curso de DJ fiquei sem saída não tinha amigos djs e não tinha aparelhagem e isso é muito caro. Fui atrás de djs em Floripa e só um me ajudou e até hoje é meu amigo, DJ André LAC. Fui treinando na casa dele toda semana e assim melhorando porque quem é dj sabe que só com a prática para poder aprender. Depois me joguei minha primeira festa para público e foi em um aniversário de um amigo em São Paulo para 60 pessoas. Depois minha primeira festa aberta ao público foi "Sunrise Party" reveion em Floripa em 2005/2006.
OH - Você hoje pertence a uma pequena classe de dj´s que tem um nome já renomado na noite Gay. Você acredita que sua beleza te ajudou a entrar para esse grupo seleto de dj´s?
Alê: Acredito que sim, mas não é uma coisa que me agrade ser reconhecido assim dessa forma. Incomoda mas na vida sabemos que não temos que levar as coisas tão a serio e ser feliz é o que importa, sigo minha vida.
OH - Você é conhecido no Brasil inteiro e já tocou em grandes club´s e cidades, dos lugares que já passou quais os que marcaram e por quê?
Alê: Cine Teatro em Porto Alegre me marcou muito. A Festa Closed Party edição de 1 ano da festa foi linda, cheguei a chorar tocando para mais de mil pessoas. O pessoal foi muito bacana me trataram super bem, me senti em casa.
OH - SP e RJ é um mercado de sonho por grande parte dos dj´s. Você se senti atraído também por esse mercado?
Alê: Sem dúvidas o mercado em SP e RJ são os melhores para qualquer DJ, apesar da concorrência quem se destaca é quem corre atrás e batalha pelos seus ideais. Sobre morar em São Paulo não descarto essa possibilidade, pois o mercado em SP me atrai muito e também é uma terra onde tenho muitos amigos.
OH - O que você acha do ataque que muitos dj´s fazem a uma chamada "panela" existente em SP? você acredita nessa panela? Acha que se sairia bem frente a isso?
Alê: Acho que cada um segue o caminho que acha melhor para si, infelizmente existe sim as “panelas”, mas se não existir essa concorrência as baladas vão ser sempre as mesmas, com os mesmo djs e se tornando algo muito cansativo. Eu acho que me sairia bem sim porque tenho muitos contatos bons em SP.
OH - Você tem vontade de um dia sair do mercado GLBT passando ao mercado HT e qual a comparação que você faz entre esses dois públicos?
Alê: Não digo que gostaria de sair, mas intercalar entre os 2 mercados seria uma experiência bacana. São dois públicos diferentes, sei que o publico GLBT é mais exigente e difícil de agradar. Aqui em Floripa o mercado HT é mais fechado que o GLBT, se você não tem contatos você não tem chance e ponto.
OH - Ser gay te faz mais sensível a Vibe que o público gay busca ou isso não interfere? E qual a sua opinião sobre os dj´s heteros que buscam o público gay para se promover?
Alê: Acho que ajuda
bastante, pois estou
sempre em contato com o
publico gay e isso me
facilita muito.
Sobre os Dj´s heteros,
acho que tem espaço para
todos indiferente de ser
ou não gay, o que falta
é oportunidade por parte
dos donos de casas
noturnas.
OH - Assim como a Ômega Hitz outras rádios voltada a noite e ao público Gay estão surgindo, isso faz com que o público cada vez mais conheça de musica. Qual sua opinião sobre esse novo mercado e qual a dica que você dá aos diretores e donos desses novos veículos gays?
Alê: Acho fantástico esse mercado pois como você disse da uma antenada nas pessoas e elas ficam ligadas nas tendências antes mesmo de ir para balada. Acho que todas as rádios estão de parabéns e que continuem divulgando mais e mais a cena GLBT. A dica é se dedicar sempre ao trabalho que os resultados vêm do esforço e talento que temos. Não desistam pois precisamos muito de vocês para uma boa comunicação com o publico.
OH - Que mensagem você deixaria para quem esta iniciando na carreira de DJ?
Alê: Se gosta mesmo de música não desista nunca, fazer as coisas com amor e dedicação fluem com mais facilidade. Se algumas portas se fecharem não se deprima, lute porque sempre outra porta se abrirá.
OH - Aos ouvintes da Ômega Hitz algo a dizer?
Alê: Agradeço a todos pelo carinho e apoio que tem me dado desde que iniciei com meus sets na rádio, tenho tido muitos elogios, desejo a todos paz e muito Sucesso.
OH - Quem curti o som de Ale Vidal na Ômega Hitz pode encontrá-lo tocando onde?
Alê: Mensalmente no bar Jivago Lounge em Florianópolis - SC.
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